Há um elefante na sala: chama-se André Ventura e o CDS-PP prefere ignorar o óbvio, o resultado de dois dígitos do líder do Chega nestas eleições presidenciais. Se o partido de André Ventura já constituía uma sombra para os centristas – que continua a subir nas sondagens ao contrário do CDS, que perdeu 13 mandatos nas legislativas, e desce progressivamente nas intenções de voto – o resultado desta noite só reforça essa ameaça.
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