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A nova década: A minha morada vai ser o meu refúgio?

17.01.2020 às 23h59

A revolução tecnológica já tocou à campainha e promete entrar porta dentro nos próximos anos. No 47.º aniversário do Expresso, a Revista dedica uma edição especial à década que aí vem — e com uma versão áudio

De um simples abrigo, a casa está a tornar-se um organismo vivo que percebe as nossas necessidades e nos liga ao mundo.” As palavras de Federico Casalegno, diretor do Mobile Experience Lab do MIT, revelam uma mudança completa na forma como se olha para o que acontece entre quatro paredes. E para a importância que as maiores tecnológicas estão a dar à criação de soluções para usar na vida doméstica. Depois de porem o mundo nas mãos de cada um, através de smartphones com os quais se acede a quase tudo, querem pôr toda a gente a falar para a própria casa. Mas não para as paredes. Tudo acontecerá com assistentes inteligentes controlados por voz, que se tornarão no cérebro do ecossistema doméstico.

Na semana passada, em plena CES — a feira de eletrónica de consumo de Las Vegas que todos os anos mostra o melhor das tendências tecnológicas —, o também responsável pela secção de design no Samsung Design Innovation Center aproveitou o palco para revelar a sua visão, enquanto apresentava as novidades da casa coreana. Não há margem para dúvidas. Mais do que qualquer outra coisa, a casa do futuro será uma casa conectada. Que estará acordada mesmo enquanto estiver a dormir, que começará a trabalhar por si tendo em conta os seus hábitos, que se adaptará quando as rotinas se alterarem. Estará sempre à escuta, de olho em tudo o que fizer parte do ecossistema doméstico enquanto comunica com o mundo exterior, para garantir que nunca falhará na missão primordial. Oferecer abrigo, tal como já o eram as grutas há milhares de anos.

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