Há uns anos, muitos dos meus poetas preferidos estavam vivos. Mas agora dou por mim a contabilizar poetas mortos. De um deles, Adam Zagajewski, já falei nestas páginas. Outro, Francisco Brines, morreu há dias, depois de em Novembro ter recebido em casa, por estar demasiado frágil para viajar, o Prémio Cervantes.
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