Na última edição da “Uncut”, que celebra os 80 anos de Bob Dylan, Tamara Lindeman, dos muito recomendáveis Weather Station, diz acerca de uma cover que gravou: “Há qualquer coisa na bizarra mistura de paranóia, fervor, desejo, fé e negrume que me parece estranhamente relevante para mim e relevante para este tempo.” É bom ouvir alguém reconhecer o óbvio: que estamos perante uma figura que nunca foi apenas a ilustração sociológica de uma geração, de uma época, como muita gente ainda acredita, mas uma alegoria extravagante de vários tempos e vários mundos.
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