Em 1977, ano do Jubileu de Isabel II, os Sex Pistols cantavam com desprezo “God save the Queen/ she ain’t no human being”. Mas de uma mulher que em jovem viveu uma guerra mundial, e que ao longo de décadas despachou com dezena e meia de primeiros-ministros, assistindo ao fim do Império, à transformação das mentalidades e à revolução tecnológica, liderando o Estado, a Igreja de Inglaterra e a Commonwealth, o mínimo que se pode dizer dessa pessoa é que pede meças a Johnny Rotten.
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