Mesmo se a sensação psicológica que transmite é a de um tempo congelado, como que suspenso, a verdade é que a pandemia não tem cessado de revolucionar os nossos hábitos. Basta acompanhar a mutação que introduziu nos domicílios. Passamos de um modelo em que a vida ativa se desenrolava praticamente toda em espaços externos, e a casa servia como retaguarda para a existência individual e familiar, a um outro em que a casa vê amplamente alargadas as suas funções. A casa tornou-se uma realidade total com o teletrabalho e a didática à distância. E impôs-se uma inédita organização social, certamente rica de potencialidades, mas com tantos riscos associados.
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