Tomavam-na por minha avó, sobretudo na infância, quando andávamos juntos na rua. Sei que gostava discretamente desse equívoco, e nem era bem um equívoco. Agora já não andará mais comigo. É a nossa infância que morre quando morrem aqueles que a ela assistiram, ou é já o começo da nossa morte, porque a infância, que nos fez, deixa de ter outras testemunhas?
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