Todas as manhãs, durante treze anos, cumprimentou com um sorriso afável os que entravam e saíam do edifício. Agora, congressistas e funcionários recordam-no apenas por esse gesto, já que outros não haveria a esperar de um polícia de serviço à porta de um local público. E, de facto, até à uma da tarde do passado dia 6, a vida correra-lhe sem incidentes ou sobressaltos de maior. Mal imaginava ele – e nós – que essa existência ordeira iria terminar horas depois – e de forma abrupta.
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