Porque falhou o festival comemorativo do mais mítico festival de rock
01.08.2019 às 18h27
Em agosto de 1969 quase meio milhão de pessoas imergiu em “três dias de paz e música” numa enorme quinta no sul do estado de Nova Iorque. O festival Woodstock – palco de incensadas atuações de Jimi Hendrix, Janis Joplin ou The Who – tornou-se não só um marco da contracultura dos anos 60, mas também o ‘pai’ de todos os festivais. Cinquenta anos depois, quiseram celebrá-lo. O falhanço foi ensurdecedor
John Sebastian a atuar no Woodstock, há 50 anos
d.r.
O cancelamento abrupto de festivais de música não é propriamente uma ocorrência alienígena numa indústria que enfrenta desafios decisivos, nem sequer uma nova tendência (até por cá tivemos direito ao nosso festival-catástrofe, há 32 anos), mas não deixa de surpreender que Woodstock 50, o evento que se propôs assinalar com a devida pompa o 50º aniversário dos “três dias de paz e música” de agosto de 1969, tenha acabado no caixote das más ideias, cancelado oficialmente pelo fundador do festim original, Michael Lang.
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