O estranho silêncio do primeiro voo Lisboa-Porto
24.05.2020 às 10h26
A ansiedade era visível nos passageiros do primeiro voo da TAP entre Lisboa e Porto pós-covid-19. O receio de contágio está na cabeça de todos, mas são raros os que dão parte de fraco. Numa viagem com dois terços da lotação, não houve queixas de proximidades desnecessárias
Ana Baiao
O aeroporto de Lisboa está estranhamente vazio. A grande sala de check-in é como uma cidade-fantasma. O silêncio faz despertar para sons habitualmente submersos na azáfama de passageiros e de funcionários. À entrada, ouvem-se os ruídos dos geradores e outras máquinas; na zona free shop, o tilintar de garrafas a serem arrumadas numa prateleira. Pelos largos corredores não há bebés de colo a chorar, crianças irrequietas ou famílias a cruzarem-se em direções opostas a arrastar tróleis.
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