São oito quilómetros quadrados de lugarejo situado a meio caminho entre Chaves e Montalegre. Antigamente, até finais do século XIX, a raia passava-lhe por entre as casas e cortava-lhe a meio a rua principal. Por essa altura, nas contas do centenário Manuel, Soutelinho da Raia era capaz de albergar umas 300 pessoas, todas dedicadas a cuidar de terrenos agrícolas. Hoje a população definhou e envelheceu, mas não divergiu na ocupação. Da centena de pessoas a habitar a terra - contas por alto - há sete mais velhas que ele, “três homens e quatro mulheres”.
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