“Se eu quiser morrer, mato-me. Porque hei de pedir a alguém para me assassinar?”: na manif antieutanásia
20.02.2020 às 21h25
Jovens adultos, adolescentes, crianças e até bebés. Familias, muitas - várias numerosas. Conversas cruzadas e encontros de conhecidos. Sem números certos, a Federação Portuguesa pela Vida acredita que terá conseguido juntar “durante o intervalo da hora de almoço” cerca de três mil pessoas numa concentração junto ao Parlamento. “A vida é um combate, aceita-o”, “cuidar é uma prova de amor ao outro” e “quem ama ou se sente amado, nunca pede para morrer” eram algumas das frases de protesto impressas nos cartazes que ergueram momentos antes de a despenalização da eutanásia ser votada e aprovada pelos deputados. A energia do começo da tarde iria esmorecer horas depois
Jose Fernandes
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