Os democratas estão divididos e a “super terça-feira” está à porta. Dia 3 de março, 14 estados norte-americanos decidem, através de eleições primárias, que candidato merece levar mais delegados à grande convenção final de onde sairá o nome escolhido para tentar derrotar Donald Trump. Há mais de 1300 delegados em jogo, um terço do total de delegados em disputa e por isso jogam quase todas as fichas neste grande jogo. Ouça o podcast de Internacional com a convidada Diana Soller, investigadora do IPRI-NOVA e autora, com Tiago Moreira de Sá, do livro “Donald Trump: O Método no Caos”
Da cidade chinesa de Wuhan, o coronavírus propagou-se a todas as províncias da China e ainda a 28 países e territórios e infetou mais de 40 mil pessoas, tendo causado cerca de 900 mortos, segundo dados oficiais. Qual o risco verdadeiro de sermos contagiados? Que medidas de prevenção tomar? Podemos confiar nos dados oficiais chineses?
Esta segunda-feira, cerca de 200 sobreviventes do Holocausto reúnem-se em Auschwitz para participar numa cerimónia comemorativa da libertação deste campo. Foi há 75 anos, a 27 de janeiro de 1945. O Governo português lembra que nesta data também devemos homenagear os “que tiveram a coragem de escolher fazer o que estava certo, independentemente das consequências”. Entre os nomes que merecem a nossa homenagem figuram os nomes dos diplomatas Aristides de Sousa Mendes, Carlos Garrido Sampaio e Alberto Teixeira Branquinho, do Padre Joaquim Carreira”. E também de José Brito Mendes, um português que vivia em França
Isabel dos Santos aposta numa imagem pública de empresária que subiu a pulso, mas o Consórcio Internacional de Jornalistas de Investigação — de que o Expresso faz parte — mostra num trabalho de âmbito mundial que a sua ascensão e enriquecimento não podem ser dissociados do facto de ser filha de José Eduardo dos Santos. Edição extra do podcast de Internacional do Expresso num momento de revelações extraordinárias
2020 começou com um agravamento de violência no Golfo Pérsico e uma enorme escalada de tensão entre os Estados Unidos e o Irão. Neste podcast vamos falar sobre a morte do número 2 do regime iraniano, o general Qasem Soleimani, abatido por um míssil americano na capital do Iraque, e da tragédia que cinco dias mais tarde roubou a vida de 176 civis que viajavam num Boeing das Linhas Aéreas Ucranianas
Este é o balanço de um ano marcado por ondas de protestos que atravessaram o planeta. E também pelos incêndios da Amazónia e da Austrália, a morte de mais de mil migrantes e refugiados no mar Mediterrâneo, e o processo de destituição do Presidente dos Estados Unidos
Durante 450 anos Macau foi território português. Uma colónia pela qual chegámos a pagar tributo à China, ou seja, uma espécie de renda. Macau tem agora 34 quilómetros quadrados e as receitas provenientes do jogo competem com as de Las Vegas. Na semana em que se assinalam 20 anos da transferência do poder de Portugal para a China, queremos saber o que resta da presença portuguesa, e se a contestação que está a acontecer em Hong Kong vai chegar ao território onde se falou patuá
Os conservadores venceram as eleições gerais no Reino Unido com 365 deputados e Boris Johnson tem um mandato inegável para finalmente concretizar o Brexit. O país cansou-se do tema e pede o regresso a uma política que discuta as escolas, os hospitais e a segurança social. Jeremy Corbyn tem sobre os ombros a mais pesada derrota dos trabalhistas desde 1935, não vai continuar à frente do partido e a procura pelo perfil ideal do próximo líder já começou. Por resolver fica a Escócia, onde os independentistas reforçam a posição e a Irlanda do Norte, onde os unionistas não conseguiram um grande voto de confiança. Vence o Brexit, quebra-se a União?
Há 500 anos, o português Fernão de Magalhães, que muitos historiadores dizem ser “o mais genial navegador de todos os tempos”, já tinha atravessado metade do Atlântico para procurar a ligação que o levaria ao Pacífico pelo sul do continente americano. A sua morte numa emboscada em 1521 fez com que o basco Juan Elcano arriscasse o regresso por uma rota que não estava prevista e concluísse a primeira volta ao mundo por mar. Quem é que pode reivindicar a autoria desta epopeia?
Aquilo que há uns meses parecia impossível, aconteceu: o PSOE fez um acordo de governo de coligação com a aliança Unidas Podemos. Para Pedro Sánchez esta foi a única solução encontrada para "romper o ciclo interminável de eleições e sucessivos bloqueios" que empatam Espanha desde 2015. Mas como é que se viabiliza este acordo? A aritmética está do lado dos independentistas catalães?