Estamos todos a ganhar mais. Todos? Não, em média. Mas todos em média? Também não, só os que estão empregados. Ah, então a crise não é para todos? Nunca é para todos. E quem é que perde? Adivinhe — e olhe a céu aberto: se num ano de recessão brutal os salários médios subiram, hoje é tarde de São Nunca e haverá galinhas com dentes ao colo de porcos de bicicleta amarrados a vacas a voar enquanto tossem.
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