A centelha de Centeno
16.05.2020 às 9h00
Assistimos a uma investida do primeiro-ministro e do Presidente da República contra Mário Centeno
Já foi há alguns anos, era Passos Coelho primeiro-ministro e ainda não me tinha decidido a votar no Partido Socialista de António Costa. Tinha uma equipa demasiado ligada a Sócrates e muitos pareciam maluquinhos a assinar abaixo-assinados a exigir reestruturações da dívida pública para pôr os alemães a tremer. Recebi uma mensagem de um amigo das redes sociais a perguntar: “Conheces Mário Centeno? Parece que vai ser ele a coordenar o programa económico do PS.” Respondi que o conhecia academicamente e que tinha a melhor das opiniões. A confirmar-se, seria a forma de o PS ter o meu voto. E assim foi, ainda mais quando a ele se juntaram Caldeira Cabral e Trigo Pereira. Esta equipa económica era a garantia de que não haveria aventureirismos capazes de destruir a recuperação conseguida no mandato anterior.
Este é um artigo exclusivo. Se é assinante clique AQUI para continuar a ler. Para aceder a todos os conteúdos exclusivos do site do Expresso também pode usar o código que está na capa da revista E do Expresso.
Caso ainda não seja assinante, veja aqui as opções e os preços. Assim terá acesso a todos os nossos artigos.