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“A força da água era muito grande, não consegui segurar-me ali muito tempo e fui levado”

19.02.2020 às 17h24

Dez anos depois das grandes cheias que mataram 51 pessoas e desalojaram 600 na Madeira, ainda há cinco corpos por descobrir, cinco famílias por realojar, feridos à espera de cirurgia e máquinas a trabalhar nas ribeiras