• Rita Camarneiro: “Sempre me vi como alguém que queria criar conteúdos. E a comédia sempre foi a área em que quis trabalhar”

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    Rita Camarneiro: “Sempre me vi como alguém que queria criar conteúdos. E a comédia sempre foi a área em que quis trabalhar”

    15.01.2021 às 21h09

    Foi à televisão fazer stand-up há cerca de dez anos no “5 Para a Meia Noite”. Depois, deixou o microfone e apresentou vários programas de televisão, entre eles o “Curto Circuito”, na SIC Radical. No videopodcast “Banana-Papaia”, ao lado de Joana Gama, encontrou um formato onde se sente mais desprendida em cima do palco, mas afirma que ainda voltar a fazer stand-up – e bem feito – não fosse o humor a área onde ainda tem objetivos por cumprir, entre os quais, uma série… talvez sobre estações de serviço. Ouça a conversa no podcast Humor à Primeira Vista

  • “Quando acordei [do coma] fiquei desesperada. Sabia que estava grávida, mas porque é que eu não tinha a minha barriga?”

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    “Quando acordei [do coma] fiquei desesperada. Sabia que estava grávida, mas porque é que eu não tinha a minha barriga?”

    Uma história única, rara e, sobretudo, positiva, e por isso, mais importante em tempos de más notícias. Elisângela desenvolveu uma forma muito grave de covid-19, estava grávida e às 27 semanas de gravidez foi internada, ligada a um ventilador e a uma máquina que substituiu os pulmões. Quase morreu, mas uma vasta equipa multidisciplinar do Hospital de Santa Maria salvou-a e ao filho. Esta semana, de partida do hospital com o seu bebé, Elisângela só quer deixar uma mensagem: “É possível vencer a doença. Não desistam”

  • Filipe Melo: “Havia a tradição da banda desenhada nos jornais e já não há. E a poesia também tem pouco espaço”

    48 anos Expresso

    Filipe Melo: “Havia a tradição da banda desenhada nos jornais e já não há. E a poesia também tem pouco espaço”

    07.01.2021 às 9h00

    Perdeu-se um jornalista 'sem vocação', ganhou-se um músico que foi outrora uma 'jovem promessa' nas páginas do jornal. E o Expresso esteve sempre na sua casa e na sua vida, desde 'pequenininho'. Se um dia o jornal fosse seu, nem que fosse por um dia, mudaria pouca coisa, mas traria poesia e banda desenhada. A propósito do 48.º aniversário do Expresso, em 6 de janeiro, escutámos o que pensam várias personalidades, da cultura ao desporto, da política à ciência, sobre o jornal, mas igualmente como a pandemia veio alterar o seu último ano e o que desejam do novo

  • Eu e o Expresso: veja os vídeos de várias personalidades portuguesas sobre a relação que têm com o jornal em papel e no digital

    48 anos Expresso

    Eu e o Expresso: veja os vídeos de várias personalidades portuguesas sobre a relação que têm com o jornal em papel e no digital

    06.01.2021 às 23h52

    O Expresso celebra esta quarta-feira 48 anos de existência. Fundado por Francisco Pinto Balsemão, foi para as bancas pela primeira vez a 6 de janeiro de 1973. E em 2021 apresenta uma edição muito especial de aniversário, com uma série de entrevistas a ilustres convidados, que falam não só sobre as suas primeiras memórias do jornal, mas deixam também ideias para o futuro do jornalismo nacional

  • Maria do Céu Guerra: “O Expresso batia-se contra a censura e lutava pela verdade. Essa aura ainda não se perdeu”

    48 anos Expresso

    Maria do Céu Guerra: “O Expresso batia-se contra a censura e lutava pela verdade. Essa aura ainda não se perdeu”

    06.01.2021 às 17h00

    Tiago Palma (entrevista e edição), José Cedovim Pinto (vídeo), Pedro Nunes (fotografia)

    A primeira memória que a atriz guarda do Expresso é a de um jornal que afrontava a ditadura e se batia pela liberdade. "Lembro-me de uma entrevista de Francisco Pinto Balsemão, que ficou célebre, em que ele dizia na capa 'a política é uma coisa demasiado séria para ser deixada inteiramente nas mãos dos políticos'. E achei isto tão corajoso naquela altura", afirma Maria do Céu Guerra. Leitora assídua do jornal, a artista considera que a prática do jornalismo livre e sério merece 'um respeito extraordinário'. A propósito do 48.º aniversário do Expresso, escutámos o que pensam várias personalidades, da cultura ao desporto, da política à ciência, sobre o jornal, mas igualmente como a pandemia veio alterar o seu último ano e o que desejam do novo

  • Jorge Pelicano: “Mais plataformas de notícias não significa pessoas mais informadas. O papel permite um foco maior no que estamos a ler”

    48 anos Expresso

    Jorge Pelicano: “Mais plataformas de notícias não significa pessoas mais informadas. O papel permite um foco maior no que estamos a ler”

    06.01.2021 às 14h30

    Tiago Palma (entrevista e edição), Rúben Tiago Pereira (vídeo), Pedro Nunes (fotografia)

    O semanário começou, na infância do premiado realizador, por envolver panelas em almoços na Serra da Boa Viagem, mas rapidamente se tornaria leitura e o envolveria, a ele, no jornalismo. A propósito do 48.º aniversário do Expresso, escutámos o que pensam várias personalidades, da cultura ao desporto, da política à ciência, sobre o jornal, mas igualmente como a pandemia veio alterar o seu último ano e o que desejam do novo

  • Dulce Maria Cardoso: “O que pode fazer a diferença no jornalismo é a lentidão e a maturação de uma ideia”

    48 anos Expresso

    Dulce Maria Cardoso: “O que pode fazer a diferença no jornalismo é a lentidão e a maturação de uma ideia”

    06.01.2021 às 11h05

    Tiago Palma (entrevista e edição), Rúben Tiago Pereira (vídeo), Pedro Nunes (fotografia)

    Começou por ler o Expresso num tempo “em que fazia sentido a lentidão”. Hoje, num tempo veloz, voraz até, continua a procurar essa lentidão. Precisa dela. “Parece que agora a rapidez que nos é exigida tanto é para dizer ‘quero batatas e couves’, como para o que é que vamos fazer à avó que está em casa. É tudo exigido com uma rapidez desumana.” A propósito do 48.º aniversário do Expresso, escutámos o que pensam várias personalidades, da cultura ao desporto, da política à ciência, sobre o jornal, mas igualmente como a pandemia veio alterar o seu último ano e o que desejam do novo

  • Rodrigo Leão: “O jornalismo na área da cultura, da música, do cinema, é fundamental” para os artistas

    48 anos Expresso

    Rodrigo Leão: “O jornalismo na área da cultura, da música, do cinema, é fundamental” para os artistas

    06.01.2021 às 9h00

    Tiago Palma (entrevista e edição), Rúben Tiago Pereira (vídeo), Pedro Nunes (fotografia)

    Duas semanas antes da pandemia se instalar em Portugal, o músico e compositor lançou um álbum, 'O Método', que mal chegou a promover e tocar nas salas de concertos. "Tínhamos cerca de 25 concertos marcados, com possibilidade até de eventualmente termos mais. E acabámos por fazer oito espetáculos", afirma Rodrigo Leão. Apesar disso, ainda em 2020 conseguiu publicar um novo trabalho, fruto do isolamento que viveu numa casa no meio do nada perto de Avis. A propósito do 48.º aniversário do Expresso, escutámos o que pensam várias personalidades, da cultura ao desporto, da política à ciência, sobre o jornal, mas igualmente como a pandemia veio alterar o seu último ano e o que desejam do novo

  • José Luís Peixoto: "O jornal em papel tem um lugar próprio. E sinto que tem futuro"

    48 anos Expresso

    José Luís Peixoto: "O jornal em papel tem um lugar próprio. E sinto que tem futuro"

    05.01.2021 às 15h00

    Tiago Palma (entrevista e edição), Rúben Tiago Pereira (vídeo), Pedro Nunes (fotografia)

    Compra jornais e revistas em papel, porque é assim que gosta de ler e porque acredita que a forma da informação influi na aprendizagem e no conhecimento. Para o escritor José Luís Peixoto ainda faz sentido lutar pelos jornais e pelos livros em papel e, sobretudo, é importante 'estabelecer realmente o lugar de cada um dos meios' para que não existam equívocos e 'jornais e revistas que tentam ser reflexos do online'. A propósito do 48.º aniversário do Expresso, escutámos o que pensam várias personalidades, da cultura ao desporto, da política à ciência, sobre o jornal, mas igualmente como a pandemia veio alterar o seu último ano e o que desejam do novo